quarta-feira, 23 de março de 2011


Na Biblioteca Escolar existem muitas obras informativas e narrativas sobre a floresta e as árvores que tu podes ler:
As florestas Tropicais de Rodney Aldis
As Florestas de Dougal Dixon e François Carlier
Floresta Tropical
Floresta Tropical  de Elinor Greenwood            

Jaime e as bolotas de Tim Bowley, ilustrado por Inés Vilpi

A grande árvore de Susanna Tamaro
Ismael e Chopin de Miguel Sousa Tavares, ilustrado por Fernanda Fragateiro
Beatriz e o plátano de Ilse Losa

“ (...)
E todos os anos, milhares de bolotas caem dos seus ramos...
Os esquilos comem algumas.
Os cavalos esmagam alguns rebentos.
As cabras comem alguns.
As crianças partem alguns ramos.
Alguns crescem até se transformarem em árvores e depois cortam-nas para fazer lenha.
Mas alguns crescem até se transformarem em bonitos carvalhos que todos os anos nos dão...
                                                                                                                           milhares de bolotas!”

in Jaime e as bolotas, Tim Bowley


Boas leituras ao longo desta semana e sempre!!








Vamos ler! É a Semana da Leitura!
De 21 a 25 de março decorre a Semana da leitura!
Como 2011 é o Ano Internacional das Florestas, o tema para as leituras deste ano é a floresta.
Planta então uma floresta!
Porque como tão bem escreveu Luísa Ducla Soares:
Quem planta uma floresta
planta uma festa
(...)
Planta uma árvore:
As árvores crescem sós. E a sós florescem.
Começam por ser nada. Pouco a pouco
se levantam do chão, se alteiam palmo a palmo.
Crescendo deitam ramos, e os ramos outros ramos,
e deles nascem folhas, e as folhas multiplicam-se.
Depois, por entre as folhas, vão-se esboçando as flores,
e então crescem as flores, e as flores produzem frutos,
e os frutos dão sementes,
e as sementes preparam novas árvores.
(...)
António Gedeão

Ou planta uma biblioteca:
(...)
É evidente que não podes plantar
no teu quarto, plátanos ou azinheiras.
Para começar a construir uma biblioteca,
basta um vaso de sardinheiras.

Jorge Sousa Braga




quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

“Um livro aberto é um cérebro que fala; fechado, um amigo que espera; esquecido, uma alma que perdoa; destruído, um coração que chora.” Provérbio Hindu

Escritores

Anthony Browne

É um grande autor e ilustrador inglês de livros infantis, somando cerca de 40 títulos editados. Foi aluno do Leeds Art College, tendo-se licenciado em artes gráficas no ano de 1967. Recebeu vários prémios, dos quais se destacam o Kate Greenaway Medal em 1983 (Gorilla) e 1992 (Zoo); o Prémio Kurt Maschler, por Gorilla(1983), Alice’s Adventure in Wonderland (1988) e Voices in the Park (1998). É detentor do muito prestigiado prémio Hans Christian Andersen (o «Nobel» da literatura infantil) de ilustração, no ano 2000. Mais recentemente foi ilustrador residente das célebres galerias Tate.
Na tua biblioteca existe um título deste autor:

“Certa noite fui acordado por um som terrível. Na manhã seguinte estava tudo silencioso. O Papá não estava. Perguntei á mamã quando é que ele voltava, mas ela não parecia saber. Tinha saudades do papá...”

O protagonista desta história identifica-se implicitamente com o Capuchinho Vermelho: o seu pai não está em casa, a mãe pede-lhe para levar um bolo á avó que está doente e, tal como a menina do conto clássico, tem que escolher entre um caminho longo e outro curto para  chegar ao seu destino.  


Disponível em http://www.wook.pt/ficha/pelafloresta/a/id/225878

Promoção da Leitura  


Vamos ler!
Vamos à biblioteca!


Novos títulos na BE:
1º Ciclo  
O espantalho enamorado                                                                 Guido Visconti               
O livro das datas                                                                              Luísa Ducla Soares         
Frederico                                                                                          Leo Lionni                      
Pela floresta                                                                                     Anthony Browne                
O rei batoteiro                                                                                  Margarida Castel-Branco      
O livro dos exageros                                                                        António Mota                       
Seis histórias às avessas                                                                  Luísa Ducla Soares          
A vergonha de Takao                                                                       Hélène Suzonni                   
O Palácio do Príncipe Sapo                                                             Jostein Gaarder                   
Para não quebrar o encanto: os direitos das crianças                    Vergílio Alberto Vieira   
Lengalengas                                                                                      Márcia Marques                
Uma família de chapéus                                                                   Maria João Carvalho         

 

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Escritores

Armindo José Rodrigues (1904 –1993) foi um médico, tradutor e poeta português do movimento neo-realista português. Colaborou nas revistas Colóquio-Letras, Seara Nova e Vértice e nos jornais O Diabo e Notícias do Bloqueio.
Foi preso diversas vezes durante o salazarismo devido às suas ideias políticas contrárias ao regime. Antifascista, participou nas campanhas eleitorais de Arlindo Vicente e de Norton de Matos, nos anos 1945, 1949 e 1958, e fez parte do Movimento de Unidade Democrática (MUD).
Foi um dos fundadores do PEN Club Português, juntamente com outros escritores portugueses de renome, tendo sido nomeado vogal, e fez traduções de autores como André Malraux, Alain-Fournier, Mikhail Cholokov e Oscar Wilde.
Armindo Rodrigues deixou obra de vulto, mas a sua poesia é pouco conhecida, o que é uma perda, dada a profundidade do seu pensamento. Vale a pena lê-lo. Eis um poema seu:
RUMO
Ergue-se
do mundo
em mim o que sou.
Estou talvez só.
Mas com decisão
na dor o aceito.

Que importa o rumo
por que sigo
ser imperfeito?

Exacto e duro,
tudo procuro
compreender.
Pensar é ir.
Ir é ser.

in A Esperança Desesperada